Zeebo: Ame-o ou deixe-o

20 Agosto, 2009

Muito tem se falado sobre o Zeebo, às vezes coisas boas, a maioria não, mas simplesmente para ser o do contra resolvi defender o bicho de algumas acusações. Infelizmente há alguns aspectos do console que não podem ser defendidos, não há como argumentar contra os fatos. A intenção é somente tentar remediar algumas injustiças que, pelo menos na minha opinião, foram feitas na análise desse videogame.

Zeebo

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PSP: Prós e Contras

24 Janeiro, 2009

Jogar videogame tem sido difícil, não tenho conseguido tirar duas ou três horas por semana para escrever alguns posts, imagina arranjar tempo para sentar na frente da TV e continuar aquele RPG de 120 horas. Não que eu seja muito ocupado, mas há poucas coisas mais importantes que as minhas 14 horas de sono por dia.

A solução óbvia para isso era comprar um videogame portátil, como as duas principais opções são caras, não dá pra comprar ambas, além disso não fazer sentido aparente. Então vamos a alguns pontos que eu observei na hora de pedir pro Danilo comprar o meu PSP.

Prós:

patapon Tela gigante: O PSP é quase um cinema, muito bom pra jogar e também para ler, ver filmes, navegar na internet e outras coisas que você conseguir pensar. Tudo bem que o DS tem duas telas, mais são minúsculas e é impossível olhar para as duas ao mesmo tempo enquanto joga, o que inutiliza uma delas.

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Manisfesto pelos videogames em Londres – 2012

9 Agosto, 2008

Há muitas competições importantes sobre jogo eletrônicos por aí, não peça exemplos, eu não conheço nenhum, só sei que elas existem. Entretanto, isso está longe de ser suficiente para vermos uma competição de Counter Strike nas olimpíadas. Para isso precisamos primeiro que videogames sejam reconhecidos como esporte.

Sendo pouco rigoroso, para incluir todas as modalidades, podemos definir esporte como uma competição entre um ou mais times que envolve um conjunto claro de regras. Claro que há o risco de adicionar adedonha, palavras cruzadas e jan-ken-po a essa lista. Não que hipismo, xadrez e bocha mereçam mais do que eles.

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Jogando um pouco de tudo

16 Maio, 2008

A quantidade de jogos excelentes que existem hoje em dia é gigantesca. Isso, aliado à falta de tempo de alguns jogadores, que também trabalham e estudam, gera pessoas desesperadas para acabar logo com alguns games e assim poderem curtir outro que ainda esteja na caixa. Dessa forma terminam-se vários jogos aproveitando muito pouco cada um deles.

Como quase nunca é possível zerar esses jogos rapidamente, eles são abandonados pela metade, e não ganham mais atenção. Em raros casos onde dá para finalizá-los em poucas horas, isso é feito de forma desleixada e assim detalhes ou curiosidades interessantes passam despercebidos.

Com o uso de emuladores as coisas se agravam muito. No caso de RPG’s, por exemplo, as batalhas se tornam meras formalidades, onde você simplesmente mantém apertados os botões de ataque e aceleração da rom, ganha alguns níveis, e perde toda a diversão (ou chatice em alguns casos) que uma luta trás. Conversas longas, onde todo o enredo é explicado, são ignoradas em prol do termino rápido do jogo. Npc’s que ficam rondando a cidade perdem sua função, como quase nunca dão informações úteis, não há porque gastar tempo com eles.

Há ainda a questão dos detonados. Cinco minutos procurando um item ou cidade no mapa, que seja fundamental para continuar a campanha, já são suficientes para tirar a paciência de muita gente, que logo apelam para a Internet em busca de ajuda. Side quests ou itens que dariam extremo trabalho (e prazer) de serem encontrados são facilmente alcançáveis através desse recurso.

Eu acredito que seja uma dessas pessoas que joga um pouco de tudo. Não que trabalhe, ou me ocupe muito com os estudos, mas não consigo parar e jogar um bom jogo como se nada mais no mundo existisse, como antigamente quando passava horas em frente à televisão jogando Chrono Cross durante o dia para poder jogar Silent Hill de madrugada. É inegável que eu continuo me divertido tanto quanto antes, Mas gostaria de aproveitar alguns jogos clássicos da forma que eles merecem. Sem pressa nem pressão.

Felizmente o número de jogos clássicos, e novos também, que valem a pena serem jogados somente cresce, enquanto o tempo livre fica cada vez mais curto.

No final a questão é: Vocês aproveitam bem os jogos que têm disponíveis, ou tentam conhecer o maior número possível deles?