OpenGL Tutorial – Parte 1

Demorou um pouco, mas finalmente consegui começar esse tutorial. Na verdade ele não começou ainda. Nesse post vou somente fazer uma introdução básica ao OpenGL e algumas considerações.

Quero mais uma vez deixar bem claro que esse tutorial é experimental. Eventualmente algum erro será encontrado, seja numa implementação ou explicação, esse erro será corrigido o mais breve possível. Também não poderei garantir que o código criado fará o que se propõe da melhor forma possível.

Agora vamos ao que interessa.

OpenGL é um acrônimo para Open Graphics Library ou Biblioteca Gráfica Aberta. Essa biblioteca na verdade é uma especificação de um conjunto de funções e como cada uma delas deve se comportar. Dessa forma os criadores de aplicativos ficam livres de problemas de compatibilidade, ou seja, um software criado para rodar sobre OpenGL poderá ser usado em qualquer máquina ou sistema operacional que seja compatível.

Essa API foi criada somente para renderizar imagens na tela, logo é necessário usar outra para a criação de janelas, controle de eventos, uso de sons e outras tarefas comuns em um jogo. Qualquer API que suporte OpenGL parece ser uma escolha bem razoável, entretanto algumas como Win32 e X11 são dependentes do sistema operacional o que inviabiliza a portabilidade do seu código.

Dentre as alternativas portáveis a escolha mais comum é o GLUT, OpenGL Utility Toolkit. Projetada com a intenção de tornar o aprendizado de OpenGL mais simplificado e rápido. Como essa ferramenta não é completa e possui código fechado ela é pouca aconselhada para desenvolvedores independentes [fonte].

Quando comecei a aprender OpenGL, já possuía um certo conhecimento e facilidade com SDL além de preferência sobre outras. Como seu suporte ao OpenGL é facilitado, não vi motivos para iniciar novamente todos meus estudos nessa área. Logo, optei por usar SDL, principalmente por comodidade e não devido a características do GLUT, que mal conheço.

A justificativa para a escolha da linguagem também não foi muito técnica. C é uma linguagem que já uso há bastante tempo e gosto muito das facilidades ganhadas com a orientação a objetos. Com isso em mente a escolha de C++ é natural e apesar da minha pouca experiência com ela, acredito que seja a melhor escolha.

No próximo tutorial farei uma abordagem mais aprofundada de OpenGL. Mostrarei alguns aspectos históricos dessa ei alguns aspectos histbaixo dos panosundade de OpenGLbiblioteca, como é seu funcionamento interno além de outros detalhes que, nesse exato momento, eu não tenho a menor idéia de quais serão.

2 Respostas para “OpenGL Tutorial – Parte 1”

  1. Spidey Disse:

    Opa, mais um que concorda com as minhas idéias: C++/SDL/OpenGL é o casamento perfeito.

  2. OpenGL Tutorial – Parte 4 « Press Start Button Disse:

    [...] do tutorial anterior. Se é a sua primeira vez nesse tutorial você pode visualizar o primeiro aqui, ou pode navegar pela tag OpenGL [...]

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