Pra quem não conhece, o Kongregate é um site de jogos em flash, onde alguns deles (geralmente os melhores) ganham algumas tarefas que, se realizadas, garantem pontos, que aumentam seu level, que não serve pra nada.
Aparentemente uma crítica a isso, mas ficou tão divertido que quase ninguém acabou prestando atenção.
Jogar videogame tem sido difícil, não tenho conseguido tirar duas ou três horas por semana para escrever alguns posts, imagina arranjar tempo para sentar na frente da TV e continuar aquele RPG de 120 horas. Não que eu seja muito ocupado, mas há poucas coisas mais importantes que as minhas 14 horas de sono por dia.
A solução óbvia para isso era comprar um videogame portátil, como as duas principais opções são caras, não dá pra comprar ambas, além disso não fazer sentido aparente. Então vamos a alguns pontos que eu observei na hora de pedir pro Danilo comprar o meu PSP.
Prós:
Tela gigante: O PSP é quase um cinema, muito bom pra jogar e também para ler, ver filmes, navegar na internet e outras coisas que você conseguir pensar. Tudo bem que o DS tem duas telas, mais são minúsculas e é impossível olhar para as duas ao mesmo tempo enquanto joga, o que inutiliza uma delas.
Depois de quase seis meses sem postar resolvi voltar com o blog. Posso atribuir esse afastamento basicamente a preguiça mesmo, mas os “estudos” aliado ao estágio que comecei pouco antes da data da última publicação ajudaram.
Como o Roberto saiu do blog, resolvi torná-lo mais pessoal. Sem mimimi de miguxo vou falar do PSP que comprei a algum tempo e dos excelentes jogos que pude jogar nele e em outros consoles.
Apesar disso não vou deixar de escrever alguns tutorias sobre programação, provavelmente terminarei os que já estão no blog, principalmente o de Pygame, talvez o de OpenGL. Vou mostrar alguns para o PSP, em Python também, não tive paciência de programar em C pra isso.
Enfim, grande chances de serem somente promessas de início de ano. Mas pelo menos saem uns cinco ou seis posts daí.
Há muitas competições importantes sobre jogo eletrônicos por aí, não peça exemplos, eu não conheço nenhum, só sei que elas existem. Entretanto, isso está longe de ser suficiente para vermos uma competição de Counter Strike nas olimpíadas. Para isso precisamos primeiro que videogames sejam reconhecidos como esporte.
Sendo pouco rigoroso, para incluir todas as modalidades, podemos definir esporte como uma competição entre um ou mais times que envolve um conjunto claro de regras. Claro que há o risco de adicionar adedonha, palavras cruzadas e jan-ken-po a essa lista. Não que hipismo, xadrez e bocha mereçam mais do que eles.
Avançando na criação do nosso jogo, agora vamos adicionar os movimentos da bola e tornar os jogadores interativos através do mouse e teclado, para isso vamos ver uma pouco sobre eventos.
Em Pygame uma fila com os eventos ocorridos é automaticamente mantida pelo sistema para facilitar sua manipulação. Cada novo evento gerado é adicionado ao final dessa fila, que deve ser percorrida em todos os frames fazendo uma iteração sobre o retorno da função pygame.event.get (). Abaixo um exemplo de como detectar se a tecla esc foi pressionada para terminar o jogo.
def play (self):
while True:
for event in pygame.event.get ():
if event.type == KEYDOWN and event.key == K_ESCAPE:
exit ()
Finalmente começando o tutorial sobre OpenGL e SDL vou mostrar algumas funções de configuração de ambos. Essa primeira parte é a mais complicada delas por introduzir muitos conceitos novos e grande parte deles são bem complicados. Não é preciso se preocupar caso algo não fique muito claro pois alguns trechos serão revisados melhor adiante.
No arquivo com o código do programa há duas classes. A classe principal, chamada Game, controla os aspectos comuns do jogo. Já a outra, Screen, é usada para manipular a janela. Há uma breve explicação sobre o mecanismo de desenho e cores, assim como o tratamento de eventos comuns.
O método update da classe Game é o que merece mais atenção. Nele estão os conceitos mais importantes desse tutorial, como a manipulação primitiva de uma matriz e o posicionamento de pontos no espaço. Os parâmetros das funções podem ser modificados livremente (não tão livremente assim) para que suas funções fiquem mais claras e seus resultados mais evidentes.
O pessoal do JavaScript precisa seriamente de um trabalho.
Depois do Mario Kart todo feito em JavaScript, temos agora o Defender. Feito da mesma forma, porém usando um favicon como tela. Para quem não tem a menor idéia do que é isso, eu pelo menos não tinha, favicon é aquele ícone de 16×16 pixels que fica ao lado da URL do site no seu navegador. Aquele ‘W’ ali em cima é um favicon.
Algum desocupado conseguiu colocar um jogo naquilo. O mínimo que se espera de um jogo é interatividade e esse tem. Fiquei espantado pois nunca prestei atenção àquilo, não tinha como eu saber que reagia, quanto mais achar que cabia um jogo.
Abaixo algumas imagens do jogo, muito MUITO ampliadas, que pode ser conferido aqui, a diversão toda fica por conta dele ser tão pequeno então não espere muito.
Lendo a newsletter do Abragames, meio velha já e perdida no meio dos e-mails, vejo a seguinte notícia:
JogosBR – Jogos Premiados
No mês de junho, a Abragames disponibilizou em seu website o download dos jogos premiados nas duas primeiras edições do concurso JogosBR.
Acessando o link na página inicial do site, pode-se encontrar uma lista com a descrição de todos os jogos desenvolvidos dentro do concurso, bem como links para baixar e jogar todos aqueles que já foram concluídos. Somando primeira e segunda edição, são ao todo 16 demos jogáveis e 2 jogos completos contemplados pelo concurso.
Fazer jogos em Flash é muito fácil, o Adobe Flash mais que ajuda na criação, junto com o ActionScript, além de todo o mundo usa-lo para essa finalidade então não é tão difícil assim encontrar ajuda.
Ser tão fácil acaba tirando um pouco a graça, então se você quer diversão de verdade para criação de jogos online, o negócio é Javascript.
Pelo menos é isso que esse cara acha. No blog dele você pode ver várias criações usando somente essa linguagem, desde um editor de fotos até um jogo do Mario Kart que, é claro, chamou mais minha atenção.
O jogo pode ser visto aqui, se quiser som vai precisar do plugin QuickTime. Abaixo estão algumas fotos.
Com o surgimento de jogos multiplayer via lan e via internet, a competitividade entre os jogadores aumentou consideravelmente. Isso associado com a formação de clãs e eventual dinheiro de patrocinadores permitiu que os jogos fossem levados um pouco mais além da simples diversão.
Na Korea, em especial, o buraco é ainda mais embaixo. Certos jogos, principalmente do gênero RTS (como Starcraft), são verdadeiras profissões, ou seja, pessoas vivem de jogar computador. Os Pro Gamers, abreviação de professional gamers, disputam campeonatos que são transmitidos na televisão e são verdadeiras celebridades. Apesar de parecer fácil, esses caras tem uma rotina pesada de aproximadamente 10 horas diárias de prática, que é o mínimo necessário para poder ocupar boas posições nas ligas.
Em questão de dinheiro, eles recebem patrocínio de grandes marcas da computação como Intel e AMD e, em adição, recebem prêmios perto de 20.000 dólares. Dependendo do evento, o valor da bonificação pode ser menor ou maior, pois existem campeonatos mais locais, outros mais abrangentes e eles podem ser realizados online e offline.
Para ilustrar a situação, mostro um vídeo (do meu jogo favorito: Warcraft), que mostra uma parte da vida do clan SK em que 4 membros foram para Korea praticar. Lá eles dividiram um apartamento no subúrbio e descrevem a rotina do dia-a-dia deles. Um deles diz que é possível ganhar 100.000 dólares por ano se você for, é claro, o melhor.
Apesar de tudo, infelizmente, todos os players do vídeo estão retired, em outras palavras, pararam de jogar. Isso é muito comum devido a grande pressão, competitividade e incerteza de tal profissão.
Como não poderia deixar de citar, a profissão gamer é muito mais comum entre os homens, mas existem garotas que se arriscam nessa vida. O maior exemplo que conheço é a TossGirl, que joga Starcraft. O pior de tudo é que ela não é feia.
O nível das mulheres nos games está bem abaixo, não digo isso por machismo, é mero fato. No entanto, a TossGirl chegou a ganhar de um grande player masculino chamado Boxer. Dizem, porém, que ele estava em bad shape.